A Night in Tunisia
'... one night we suddenly went mad together again; we went to see Slim Gaillard in a little Frisco nightclub. Slim Gaillard is a tall, thin Negro with big sad eyes who's always saying 'Right-orooni' and 'How 'bout a little bourbon-arooni.' In Frisco great eager crowds of young semi-intellectuals sat at his feet and listened to him on the piano, guitar and bongo drums. When he gets warmed up he takes off his undershirt and really goes. He does and says anything that comes into his head. He'll sing 'Cement Mixer, Put-ti Put-ti' and suddenly slow down the beat and brood over his bongos with fingertips barely tapping the skin as everybody leans forward breathlessly to hear; you think he'll do this for a minute or so, but he goes right on, for as long as an hour, making an imperceptible little noise with the tips of his fingernails, smaller and smaller all the time till you can't hear it any more and sounds of traffic come in the open door. Then he slowly gets up and takes the mike and says, very slowly, 'Great-orooni ... fine-ovauti ... hello-orooni ... bourbon-orooni ... all-orooni ... how are the boys in the front row making out with their girls-orooni ... orooni ... vauti ... oroonirooni ..." He keeps this up for fifteen minutes, his voice getting softer and softer till you can't hear. His great sad eyes scan the audience."

4 Comments:
Show para sentar e viajar o tempo todo... ^^ =)
Ta massa o texto.
love ya!
=****
4:59 PM
essa é fácil -- kerouac!
quantos pontos eu ganhei?
1:07 PM
Ei, passa no meu blogger and read the latest post, a última "cena" me lembrou de vc... hahaha (na hr que vc ler vc vai entender ;))
=****
6:01 PM
no inicio da faculdade etravamos todos no carro, saiamos pela estrada ate cidades pequenas e bebiamos. quando nosso teor alcoolico era saciado, iamos atras do jazz.
mas nos nao queriamos aquele jazz de lobby de hotel, tocado por smokings tristes -- queriamos aquele perdido, expontaneo e desconhecido.
nao era chicago, nyc, nem redondezas de nova orleans, mas procuravamos perto do lugares pobres. dos guetos de estrada de terra.
e, para supresa geral, achamos um lugar perto de canela. sala feliz, trompete sendo sacudido de lah pra cah, e mais alcool no sangue.
entravamos no carro bebados e dirigiamos para o hotel. caiamos dormindo, esquecendo do frio, da superficialidade do mundo lah fora, e das conspiracoes politicas.
muleque, eu pensava em voce. que voce deveria estar lah.
mas isso jah fazem anos, e agora estamos perdidos e decadentes. maioria jah trabalha -- jah estao com o sistema -- e nao tem mais o luxo de sair pela estrada.
essa estrada agora, eles, que trabalham e recebem, vao pegar no futuro, quando bater aquela crise de identidade... ai te arrastarei pra vir conosco.
8:21 PM
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